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Por : Ted Snider & Nicolai N. Petro em Rothbard
1) Para acabar com a guerra na Ucrânia, exponha sua mentira central
Categoria : Segurança e Defesa
O argumento essencial usado para evitar a negociação e continuar apoiando a guerra na Ucrânia é baseado em uma mentira. Essa mentira, repetida pelo presidente Joe Biden, é que, quando Vladimir Putin decidiu invadir, ele pretendia conquistar toda a Ucrânia e “aniquilá-la”. Sua mentira foi exposta várias vezes por especialistas militares, que apontaram, antes e depois da invasão, que a Rússia não poderia ter a intenção de conquistar toda a Ucrânia porque não invadiu com forças suficientes para fazê-lo. De fato, essa foi uma das principais razões pelas quais altos funcionários ucranianos, e até o próprio presidente Volodymyr Zelensky, argumentaram poucos dias antes da invasão que ela não ocorreria. O erro que a maioria dos analistas da época cometeu (incluindo nós), foi supor que, uma vez que as tropas mobilizadas pela Rússia não eram suficientes para uma ocupação em grande escala da Ucrânia, nenhuma operação militar, nem mesmo limitada, estava em andamento. Foi só mais tarde que os líderes políticos ocidentais transformaram esse erro em sua vantagem de propaganda, insistindo que a Rússia sempre teve a intenção de primeiro tomar Kiev, depois toda a Ucrânia e, finalmente, até mesmo atacar a Otan.
Por : Plinio Corrêa de Oliveira em PHVox
2) Socialismo e Religião
Categoria : Religioso
Publicado originalmente em “O Legionário”, 17 de março de 1935, N. 167
Afirmam repetidamente socialistas e comunistas que não são inimigos da Religião, e que a prática desta não encontrará dificuldades no regime socialista. Somente o sacerdócio não poderá persistir por ser, dizem eles, a exploração organizada do povo. Essa a afirmação que ainda há pouco expunha em sua primeira página um jornal desta capital, simpatizante de Moscou. Há nela algumas considerações a fazer no que se refere à sua primeira parte, pois a segunda está tão clara, que as dispensa perfeitamente. Argumento feito para convencer os operários cristãos a aderirem ao internacionalismo marxista, mostra de início a fraqueza deste, que assim aparenta renegar os seus ideais de materialismo e de ateísmo para permitir que ingressem em suas fileiras os que creem em Deus. Estes, porém, têm o direito de repelir o sofisma com que lhes apontam os pregadores soviéticos. Como admitir que a prática da Religião seja livre se não se permite que ela tenha seus ministros? Então a Religião é algo de puramente individual, de interno, que cada um pratica como entende, sem ritos, sem cerimônias e sem doutrina? A quem vai ser entregue a guarda de sua pureza doutrinária? Ao ensino de homem a homem, ensino esse de verdades tão grandes por inteligência tão pequena como é a humana?
Por : Fabio Blanco em Revista Esmeril
3) FILOSOFIA INTEGRAL | Mal-estar pela Influência Marxista
Categoria : Política
Poucas pessoas têm noção do quanto o marxismo influencia o pensamento contemporâneo. Elas aprenderam a falar de doutrinação e de assédio intelectual, mas pouco se dão conta de que o marxismo moldou a mentalidade atual, tornando-se a cultura dominante dos nossos tempos. Ter consciência disso foi a minha motivação para escrever o livro ‘As Origens do Mal – A Filosofia Marxista e como Ela Transformou o Mundo’. Saber que o marxismo formatava a forma de pensar das pessoas motivou-me a tentar abrir os olhos delas, mostrando, em detalhes, como suas mentes estão afetadas por essa ideologia. Sem ler o livro, tem gente que vai achar que é um exagero dizer que o marxismo forjou a cultura destes dias. Ninguém nega sua influência, mas muitos tendem a minimizá-la, como se fosse algo pontual. A dificuldade de enxergar o domínio marxista deve-se ao simples fato de ainda persistirem resquícios da cultura anterior, que é essencialmente cristã, nas instituições e tradições sobreviventes. Isso cria uma ilusão de que essas formas anteriores são predominantes.
Por : Hugh Iwanicki em American Thinker
4) Cercado por manifestantes furiosos em um Jihad Jamboree
Categoria : Segurança e Defesa
No dia 13 de Janeiro, participei na Marcha por Gaza em Washington, DC. Perguntei-me: quem são estes manifestantes que marcham em solidariedade com o Hamas? O Hamas é o grupo terrorista responsável pelo massacre de 7 de Outubro de mais de 1.200 israelitas inocentes, incluindo crianças, e pela captura de 240 reféns, incluindo americanos. Certamente alguns destes manifestantes também exigiriam através dos seus megafones que “Hamas, liberte os reféns agora!” ou que “o Hamas rende-se agora!” Tal como Israel afirmou muitas vezes, haveria um cessar-fogo se o Hamas libertasse os reféns. Foi meu primeiro evento após uma cirurgia no tornozelo. Fui sozinho, então precisei me manter discreto. A vários quarteirões da Praça da Liberdade, onde o protesto começou, ouvi o grito “cessar fogo agora!” no fundo. Me deparei com cerca de 50 pessoas desfilando na rua, lideradas por uma negra americana bem nutrida e com longos dreadlocks. Do seu megafone ela gritou: “Do rio ao mar, a Palestina será livre!” Aqui na capital do país, ouvi um apelo ao genocídio do povo judeu.
Por : Paula Schmitt em Poder 360
5) O livre mercado e os truques da concentração de renda
Categoria : Economia e Mercado
Outro dia, um amigo me contou sobre um fenômeno que vem acontecendo lenta e silenciosamente numa cidadezinha do interior de Minas, onde seus pais têm um sítio e dele sobrevivem com simplicidade e muito trabalho. Uma das fontes de renda da família é a venda de queijo, que a mãe prepara artesanalmente há décadas, do mesmo jeito, com leite cru e todos os benefícios que são preservados quando o queijo não é pasteurizado. Um dia, para a felicidade dessa e de outras famílias da região, um supermercado de uma grande rede foi inaugurado na cidade, e começou a cobrar preços muito mais baixos que os concorrentes. Aquilo foi um alívio em meio a alta de preços que vem atingindo a mesa do brasileiro de forma impiedosa. Os concorrentes que vendem produtos mais caros do que o supermercado são, na sua maioria, pequenas mercearias e lojinhas de família que vêm se mantendo de pé há tempos, microempresas onde cliente e vendedor se conhecem pelo nome. Os preços ali nunca foram exorbitantes, ao contrário: eram justos, e garantiam uma clientela cativa. Mas o supermercado de rede começou a cobrar preços ainda mais baixos, menores até do que ele próprio pagava a seus fornecedores no atacado.
Por : Heitor De Paola em PHVox
6) Lendas e mistérios da Amazônia
Categoria : Artigos
Publicado originalmente no Mídia Sem Máscara, em 7 de julho de 2003
Nosso problema não são os ingleses, mas os traidores — General Michael Collins. Mártir da luta pela independência da Irlanda. O debate a respeito da Amazônia tem sido mais de coração do que de raciocínio, mais de paixão do que de razão, mais de desinformação de conveniência econômica e político-ideológica do que de esclarecimento isento. Complementando a nebulosidade, em torno de um assunto tão complexo e profundo, existem lendas e mistérios inexplicáveis à luz da razão. Nenhum ambiente seria melhor do que este para facilitar a tradicional ação esquerdista – sempre atenta às controvérsias – que divide para vencer. Esta tática é antiga e universal, tendo sido sintetizada no Império Romano pela máxima divide et impera. Agora mesmo, nos Estados Unidos da América (EUA), com o maciço apoio popular ao Presidente Bush e um eclipse parcial dos liberals esquerdistas, estes conseguiram meter uma cunha na direita e dividi-la entre a direita liberal e a religiosa ultraconservadora, com a questão da homossexualidade e das relações sexuais entre adolescentes. Convém salientar que, da mesma forma que pontificou o antiamericanismo nas discussões sobre a conveniência ou não das privatizações, nas questões Amazônicas, a imagem e semelhança do “nacionalismo” do carniceiro do Caribe, aponta-se os EUA como vilão, buscando-se desviar a atenção dos fatos através da criação de lendas sobre um suposto Império Ianque.
Por : Murray N. Rothbard em Rothbard Brasil
7) Kulturkampf!
Categoria : Artigos
Sim, sim, esquerdistas hipócritas podres, isto é uma guerra cultural! E já era hora! Claro que isto é típico de nossa elite progressista “intelectual” e midiática: depois de ter percorrido e capturado nossa cultura, depois de vinte e poucos anos (pelo menos!) de sua conquista cultural da América prosseguindo quase sem oposição, depois de completar sua bem-sucedida “longa marcha gramsciana” (nota: muito reverenciado stalinista italiano dos anos 1920) por nossas instituições, os esquerdistas estavam quase prontos para relaxar e nos tratar como sua província conquistada. Quando, de repente, alguns de nós provincianos sitiados começaram a revidar – revoltados, é claro, pelo discurso de Pat Buchanan na Convenção Nacional Republicana. E então, que tormenta! Mais uma vez, desmanchando os poucos pedaços que restam do disfarce de objetividade de nossa Mídia Respeitável, os lamentos e as lamúrias estouraram em todo o país: Buchanan está “nos dividindo”, ele “expôs o lado sombrio da América” e, mais uma vez, todos se referiram à “careta” perpétua de Pat. (Quem, aliás, já viu Pat fazendo cara feia? Nenhum observador social ou figura política foi mais alegre, ou mais bem-humorado – na cara, é claro, de malícia incomparável e difamação perpétua.)
Por : BRENDAN O’NEILL em Spiked
8) ‘O pênis dela’ – a frase mais orwelliana da nossa época
Categoria : Mundo
‘O pênis dela’ está de volta. Bem quando você pensava que os esquisitos tinham sumido, aqui estão eles de novo, espalhado por todos os jornais. Uma ‘mulher trans’ supostamente ‘brincava com seu pênis’ na frente de duas meninas, informou o Daily Echo esta semana. ” ‘Ela’ supostamente ‘adorava’ expor ‘seu pênis’ a menores, diz Portsmouth News “. Esta ‘trabalhadora de uma loja de caridade de 56 anos’ é acusada de ‘expor seu pênis’ a crianças horrorizadas, diz Talk TV. ‘O pênis dela’, todos dizem, repetidamente, como membros de um culto lunático, sem nenhuma ideia de quão desequilibrados eles soam para aqueles de nós que sabem que o único pronome possessivo que deveria aparecer antes de palavras como pênis é “dele”. Estão reportando o caso de Samantha Norris, que é um cara. Sabemos que ele é um cara porque tem um pau. O senhor Norris – sim, senhor – é acusado de expor o seu pênis – sim, o dele – a duas meninas de 11 anos. Ele está sendo julgado no Southampton Crown Court. Ainda pior do que a lisonja servil e pós-verdade dos meios de comunicação social à crença ilusória de Norris de que ele é uma mulher é a indulgência do tribunal para com tal insanidade anti-social.
Por : Heitor De Paola em PHVox
9) La nuova scuola fascista
Categoria : Política
Como já vimos a reforma fascista do ensino passou por duas fases: a Reforma Gentile, iniciada em 1923, e a Carta della Scuola de Giuseppe Bottai, de 1939. Resta saber como foram administradas as escolas fascistas durante este intervalo em que se sucederam oito Ministros da Educação. Sem analisar a escola fascista é impossível estudar as organizações juvenis como a Opera Nazionale Balilla. Da mesma forma que Trotsky foi retirado das fotos após a morte de Lenin e a posse de Stalin, várias são as falsificações do Ministério da Verdade esquerdista com o sentido de refazer a história a seu bel prazer, ocultando seus erros e, como no caso abordado a seguir, fatos históricos que os constrangeriam muito se descobertos. É o caso do sumiço de doze anos da biografia de Maria Montessori. Por ser seu método de ensino o queridinho das esquerdas, qualquer relação com o fascismo precisa ser sonegada. A esquerda tem um enorme interesse em transformá-la numa heroína cujo método de ensino deve ser aceito como válido modernamente. Portanto, o que se sabe de sua biografia? Muito, exceto a respeito dos anos 1922 a 1934.
Por : Oswaldo Viana Jr. em Revista Esmeril
10) Vidas sem o dom do maravilhamento
Categoria : Artigos
Há pouco tempo, passei um dia inteiro numa capital europeia na companhia de um grupo de jovens americanos na casa dos 20-30 anos, que estavam lá graças a suas conquistas acadêmicas. Tive então a oportunidade de fazer o que faço instintivamente: observar como determinado grupo humano – no caso, a Geração Z da América – se relaciona entre si e com o mundo em geral. Nenhum daqueles jovens tinha qualquer laço íntimo prévio entre si. No entanto, eles conversavam sobre assuntos muito pessoais, centrados nas suas próprias dificuldades psicológicas ou nas de terceiros. Essa experiência confirmou muito do que ouvi e vi na última meia década da minha carreira como professor num colégio privado de elite, levando-me à conclusão perturbadora de que, pelo menos numa certa classe de jovens, a partilha de patologias pessoais está substituindo rapidamente as tradicionais demonstrações de vigor e proeza como a principal “moeda” de ligação humana. Qualquer pessoa que já tenha se dedicado a observar o reino animal sabe que isso é profundamente antinatural. A amizade e os rituais de acasalamento humanos não são tão diferentes assim das dos outros vertebrados: atributos como linguagem corporal, beleza, força física e fertilidade potencial sempre desempenharam um papel fundamental na formação dos laços iniciais entre pessoas.
Por : PHIL MULLAN em Spiked
11) Por que a política industrial não está funcionando
Categoria : Economia e Mercado
Pode haver boas razões para os governos prosseguirem uma chamada política industrial – isto é, uma política que sustente ou desenvolva certas indústrias, a fim de alcançar os objetivos nacionais. Nos países menos desenvolvidos, uma política industrial pode ajudar a desenvolver indústrias fundamentais, como a produção de energia ou de alimentos. Nos países desenvolvidos, um governo pode prosseguir uma política industrial durante a guerra, prestando assistência financeira aos produtores de armamentos. Mas hoje na Grã-Bretanha existem várias razões convincentes para não prosseguir uma política industrial. Na situação atual, os esforços governamentais para moldar e dirigir a indústria estão a abrandar o crescimento, encorajando as empresas a depender de subsídios estatais e desviando a atenção do papel central do Estado na prestação de serviços públicos e infraestruturas decentes. No entanto, apesar dos muitos inconvenientes da política industrial, não falta apoio à mesma entre as classes políticas e midiáticas. Na verdade, todos os principais partidos políticos do Reino Unido parecem empenhados na política industrial.
Por : Jerry Powlas em American Thinker
12) Um novo plano de negócios para salvar veículos elétricos!
Categoria : Economia e Mercado
Não consigo lembrar o nome dela, mas lembro o que ela disse. Falando para uma multidão que tentava lidar com a constatação de que as grandes empresas e o grande governo os tinham enganado, ela disse: “COVID não é uma pandemia. É um plano de negócios.” Em homenagem a essa jovem inteligente, dedico-lhe este plano de negócios. Chamarei meu novo negócio de Acessórios para Veículos Elétricos – EVA, porque todos precisamos de outra sigla para memorizar. EVA é uma tentativa de entrar no movimento do veículo elétrico (EV) antes que ele caia na vala. A EVA oferecerá acessórios valiosos para resolver algumas pequenas deficiências na oferta atual de produtos de veículos elétricos. Nós (uso a palavra “nós” para sugerir que não estou sozinho nisto) não podemos fazer nada sobre o problema de os VEs custarem muito mais do que carros comparáveis com motores de combustão interna. Na verdade, propomos aumentar o custo com acessórios que irão salvar o conceito EV da escuridão do desinteresse. Qualquer especialista em marketing dirá que você não vende o bife; você vende o chiado. Meu plano cobre isso. Propomos contratar uma porta-voz da EVA. Os mais velhos vão se lembrar (e os jovens deveriam procurar) Dinah Shore cantando: “Veja os EUA em seu Chevrolet!” A GM não conseguiu fazê-los rápido o suficiente quando aquela senhora começou a cantar! Ela também era agradável aos olhos. Infelizmente, perdemos Dinah em 94.
Por : Fábio Blanco em PHVox
13) Gradatividade do Conhecimento
Categoria : Artigos
Desde os filósofos da Antiguidade, passando especialmente pelos escolásticos, o conhecimento foi entendido como uma adequação do pensamento à realidade. A realidade era a referência, o ponto de apoio em relação ao qual o pensamento deveria adequar-se. Nessa perspectiva objetivista, a coisa a ser apreciada, ou seja, o objeto do conhecimento, tendia a ser vista como algo fixo e acabado. Havia um pendor por encarar a existência como um eixo sobre o qual o pensamento deveria se debruçar. O saber, sob esse entendimento, era visto como uma absorção sequencial de elementos conhecíveis, os quais são ingeridos devida e integralmente, uns após os outros, empilhando-se na alma da pessoa, formando assim o seu cabedal de conhecimento. No entanto, é preciso reconhecer que nenhum dado, por mais simples que seja, é absorvido, de uma vez, em sua integralidade. Quando tomamos conhecimento de um dado qualquer, esse dado não entra em nós em sua inteireza, mas parcialmente, passando por um filtro ativado em nós por diversos fatores circunstanciais.
Por : MALCOLM CLARK em Spiked
14) As mentiras por trás do pânico da ‘terapia de conversão’
Categoria : Artigos
O governo escocês recusa-se a aprender com os seus erros. O seu primeiro projeto de lei emblemático do ano será a proibição da terapia de conversão – uma proposta que está impregnada da mesma obsessão retórica pelos direitos trans que nos deu o desastre político do projeto de lei de reconhecimento de gênero. Ainda mais inexplicavelmente, a mais recente política do governo sofre da mesma falha fatal daquela lei: revela uma atitude arrogante em relação aos fatos e às provas. O governo escocês afirma que é desesperadamente necessária uma proibição da terapia de conversão para impedir que as pessoas LGBT sejam espancadas ou intimidadas para mudarem a sua orientação sexual ou identidade de gênero. Mas estas alegações são um verniz para mascarar a verdadeira substância do projeto de lei, que é uma tentativa de evitar que terapeutas e pais desafiem qualquer jovem que se declare “trans”. O que é chocante é quão poucas provas o governo escocês forneceu para apoiar as suas alegações de tentativas generalizadas de conversão da “comunidade LGBTQI+”. Na verdade, a única fonte citada é uma Pesquisa Nacional LGBT notoriamente complicada e pouco confiável, encomendada por Theresa May em 2017.
Por : Christopher Chantrill em American Thinker
15) Fiquem na sua pista, todos
Categoria : Artigos
Joel Kotkin relata de Davos que as coisas não vão bem com o Fórum Económico Mundial de Klaus Schwab. Diz ele: A crescente irrelevância daquilo que Adrian Wooldridge rotulou de “a aristocracia progressista” pode até ser vista na cobertura nada entusiástica da imprensa. O Político descreve a multidão contemporânea de Davos como um “conjunto inteligente” que “parece idiota”. Aí ele enfia a faca: “Os grandes não precisam de viajar muito para verem os resultados do seu ‘reset’, à medida que a máquina industrial alemã próxima entra em colapso, e mesmo a sua última fábrica de painéis solares está prestes a falir.” Mas depois houve o discurso entusiasmante de Javier Milei em Davos, onde disse que o crescimento económico ao longo dos séculos parece um “taco de hóquei”. Sem crescimento desde sempre, e de repente uma descolagem que reduziu a pobreza extrema de 95% da humanidade para 5%. “Então, como é que o mundo acadêmico, as organizações internacionais, os teóricos econômicos e os políticos demonizam um sistema econômico que não só tirou 90% da população mundial da pobreza extrema, mas que continuou a fazê-lo cada vez mais rápido?”
